In Rock

Olá amigos, boa semana à todos!

Sei que a semana começou faz tempo, mas eu estava viajando e não pude dar atenção ao blog. Desculpe à todos…

Bom, ao menos a boa notícia é que eu ainda preciso falar da outra aquisição que fiz semana passada no sebo que visitei. Além do Pictures… que falei nos posts abaixo, eu também encontrei o disco mais legal do Deep Purple: In Rock.

Quando eu falo mais legal, eu não quero dizer o melhor. Certamente, o melhor disco do Purple é o Machine Head, que seria lançado dois anos após este disco. Ambos pertencem ao Mark II, fase da banda que continha os seguintes integrantes: Ian Gillan nos vocais, Ritchie Blackmore nas guitarras, John Lord nos teclados, Roger Glover no Baixo e Ian Paice na bateria. Formação que durou de 1969 à 1973, certamente foi a mais virtuosa de toda a longa carreira da banda.

Voltando ao tema, sei que Machine Head contém os maiores clássicos do Purple. Qualquer coletânea da banda deve ter umas cinco músicas do disco. Mas o In Rock é daqueles discos que você coloca no aparelho de som e pode deixá-lo por semanas. Talvez a melhor comparação seja com os discos IV e II do Led Zeppelin. O quarto disco é o melhor da discografia da banda, e talvez um dos melhores discos da história da música contemporânea. Mas depois de duas vezes executado, torna-se cansativo. Só os acordes iniciais de Starway to Heaven já podem causar calafrios (no mau sentido, é claro). No entanto, coloque o álbum II no aparelho e fique pronto para sacudir todos os seus ossos. Acho a comparação válida.

O disco começa com uma ode às anfetaminas. Gillian juntou Little Richard e Chuck Berry e criou uma pauleira chamada Speed King. Bloodsucker tem certamente um dos riffs de guitarra mais grudentos da história da banda. Child in Time é um dos maiores épicos do Purple, sendo quase sempre executada ao vivo. Foi a única do álbum incluída no concerto mais famoso da banda, Made in Japan, considerado por muitos o melhor disco ao vivo da história do Rock. Ainda farei um post especial sobre esse álbum.

Flight of the Rat dá sequência ao álbum, que retoma o hard rock setentista da banda. Excelente faixa. Que continua com Into the Fire, Living Wreck e finaliza com Hard Loving Man. Esta última é uma “dedicatória” à Martin Birch, landário produtor de Rock, mais conhecido pelo seu trabalho com o Iron Maiden.

Enfim, é um baita disco. E eu o adquiri por meros R$14.00…

Até o próximo post, que será em breve!

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~ por wilbor em outubro 14, 2008.

Uma resposta to “In Rock”

  1. Esse disco é muito bom, tenho esse CD na edição de aniversário, com a capinha autografada pela banda!

    Nossa, que milagre, o comentário mais rápido da história do blog!

    Sei de qual edição você está falando, Carlos. Sempre a vejo na Fnac de Campinas por módicos 60 reais… apesar do preço, certamente é melhor do que a versão que eu adquiri, já que possui vários bônus. Além da capa autografada, que é bem legal… 🙂

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